O UOL publicou uma matéria levantando a questão sobre o excesso de procedimentos estéticos onde por trás pode haver sérias questões de cunho psicológico e problema emocional.
O excesso de procedimentos estéticos pode, em alguns casos, estar associado a questões psicológicas, além de trazer riscos estéticos e à saúde do indivíduo como um todo.
Na avaliação pré-cirúrgica, o cirurgião plástico pode perceber sinais de sofrimento emocional importantes, por isso é fundamental passar por essa avaliação antes da cirurgia.
Quando uma cirurgia estética deixa de ser tecnicamente indicada, o próprio médico pode indicar um tratamento psicológico ou acompanhamento psiquiátrico ao indivíduo, de forma que esse possa identificar o seu comprometimento emocional antes de tomar essa decisão. Às vezes o desejo de realizar procedimentos estéticos com frequência envolve um sentimento de constante insatisfação, tristeza e angústia consigo mesmo. Um dos quadros que podem estar relacionados é o transtorno dismórfico corporal, caracterizado por uma percepção distorcida e preocupação excessiva com defeitos no próprio corpo; somente um profissional pode avaliar cada caso.
Os psicólogos e psiquiatra da Aster Psicologia e Psiquiatria em Guarulhos podem ajudar em questões emocionais relacionadas à imagem corporal. Se algo te incomoda a ponto de gerar ansiedade, depressão e sentimentos de angústia constantes, é hora de buscar ajuda de um profissional de saúde mental. Nossa Clínica está no bairro do Bom Clima em Guarulhos, em frente ao Hospital e Maternidade Bom Clima e a cerca de dois minutos do Centro. Local acessível e acolhedor para receber nossos pacientes para o acolhimento psicológico e psiquiátrico.
Antes de partir para uma cirurgia estética, não se esqueça, é válido consultar um profissional para avaliação e descartar qualquer hipótese de origem emocional.
Quando procurar ajuda profissional
Se a insatisfação com o corpo é constante, causa ansiedade, tristeza ou faz você pensar repetidamente em novos procedimentos, procure avaliação antes de decidir. A psicoterapia para adultos e a consulta com psiquiatra em Guarulhos podem ajudar a compreender o que está por trás da busca.
Se houver pensamentos de se machucar, ligue para o CVV (188, 24h, gratuito); em emergência, SAMU 192. O atendimento pode ser presencial, no Bom Clima, em Guarulhos, ou online. A clínica fica no Bom Clima, perto do centro.
Perguntas frequentes
O que é transtorno dismórfico corporal?
É um transtorno em que a pessoa tem preocupação excessiva e persistente com defeitos percebidos na aparência, muitas vezes pouco notados pelos outros. Essa percepção distorcida causa sofrimento e atrapalha a vida. O diagnóstico é feito por profissional de saúde mental, após avaliação cuidadosa.
Existe vício em cirurgia plástica?
O termo é popular, mas não é um diagnóstico oficial. Alguns casos de busca repetida por procedimentos podem estar relacionados ao transtorno dismórfico corporal ou a outras questões emocionais, como baixa autoestima e ansiedade. Uma avaliação profissional é o que permite entender cada situação.
Quais sinais indicam que o desejo por cirurgias estéticas merece avaliação?
Atenção a insatisfação constante mesmo após procedimentos, tempo excessivo checando o corpo no espelho, evitar situações sociais por causa da aparência, tristeza e ansiedade intensas. Esses sinais não são diagnóstico. Se estiverem presentes, vale conversar com um psicólogo ou psiquiatra antes de decidir por novas cirurgias.
Devo fazer avaliação psicológica antes de uma cirurgia plástica?
É recomendável, principalmente se há insatisfação intensa com a aparência. A avaliação ajuda a entender expectativas, motivações e possíveis questões emocionais. Muitos cirurgiões também observam esses aspectos na consulta pré-operatória. A decisão final é sua, com orientação do cirurgião e do profissional de saúde mental.
Como a terapia pode ajudar quem é muito insatisfeito com o corpo?
A psicoterapia ajuda a compreender a origem da insatisfação, trabalhar pensamentos distorcidos sobre a aparência e reduzir comportamentos de checagem e evitação. A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma das abordagens usadas. Em alguns casos, o psiquiatra também participa do cuidado. Os resultados variam de pessoa para pessoa.



