A terapia de casal é um espaço conduzido por um psicólogo em que os dois parceiros podem falar sobre o que não vai bem na relação, entender a origem dos conflitos e construir juntos novas formas de convivência. Muita gente imagina que ela serve apenas para problemas entre marido e mulher, mas não é bem assim: na grande maioria das vezes, a família como um todo está envolvida. Na Aster Psicologia e Psiquiatria, no Jardim Bom Clima, em Guarulhos, oferecemos psicoterapia para casais e famílias, presencial ou online.
Terapia de casal e família em Guarulhos
Quando um casal passa por dificuldades, os efeitos raramente ficam restritos aos dois. Os conflitos costumam refletir primeiro nos filhos, depois na família de cada um dos parceiros. Por isso, o trabalho do psicólogo de casal é compreender os conflitos de forma ampla, considerando o casal, os filhos e as famílias de origem, e traçar um método de psicoterapia que ajude a restabelecer a confiança entre ambos.
Os problemas a resolver na terapia de casal são diversos. Nem sempre se trata de “o amor acabou”. Muitas vezes a crise nasce da falta de comunicação, de questões com os filhos (não importa a idade que eles tenham), de dificuldades financeiras ou de sobrecarga. Por isso não se pode afirmar, logo no primeiro momento, que o amor acabou ou que a paixão esfriou. O psicólogo ajuda cada um a entender os próprios sentimentos antes de qualquer decisão.
Para quem é a terapia de casal?
Casal não quer dizer necessariamente pessoas que moram juntas, sob o mesmo teto. A terapia de casal com um psicólogo pode ser indicada para:
- casais casados ou em união estável, com ou sem filhos;
- noivos, quando o noivado não caminha bem ou um dos parceiros apresenta dúvidas;
- namorados, que podem enfrentar os mesmos problemas de um casal que convive há anos na mesma casa e desejam alinhar o relacionamento;
- famílias, quando os conflitos envolvem filhos, sogros ou outros familiares.
Muitas vezes, a terapia ajuda a não deixar que o afeto do início da relação se perca por questões que podem ser trabalhadas com diálogo e orientação profissional.
Principais motivos que levam um casal à terapia
A vida conjugal, em muitos momentos, gera situações difíceis. Muitas delas estão relacionadas ao tempo de relação e de convívio, ao nascimento dos filhos, à influência de outros familiares, à ausência de diálogo e à acomodação sexual. Veja os temas mais frequentes.
Falta de comunicação e diálogo
A falha de comunicação tem se tornado um agravante nas relações. O diálogo conflitante, com críticas, acusações ou silêncio, é um dos grandes fatores ligados à separação e ao divórcio. O psicólogo de casais ajuda a restabelecer a comunicação, corrigir as falhas e trazer de volta uma convivência mais harmoniosa entre o casal e a família.
Questões com os filhos e com a família ampliada
Divergências sobre a educação dos filhos, a chegada de um bebê ou a convivência com a família de cada parceiro são fontes comuns de tensão. Mesmo quando os filhos já são adultos, o modo como o casal lida com eles pode gerar conflitos. A terapia também pode ajudar a melhorar o relacionamento com a família do parceiro ou da parceira.
Finanças, dupla jornada e competição
A questão econômica e as finanças da família também pesam. Em nossa sociedade é comum que a mulher trabalhe fora para ajudar nas despesas da casa, o que muitas vezes a leva a uma dupla jornada: o trabalho externo e as atividades do lar. Sem cooperação do parceiro, isso pode ser o estopim de um conflito conjugal.
Também é frequente que o cuidado com os filhos fique a cargo de um familiar ou da escola, e que surja competição entre o casal, por exemplo quando a mulher é financeiramente mais bem-sucedida que o marido. Nessas situações, o diálogo é fundamental. Ele traz equilíbrio e ajuda o casal a entender que o dinheiro não deve ocupar o lugar de disputa na relação, mas ser um complemento para o bem-estar do casal e o conforto da família. Esse é um tema importante na terapia de casal e família.
Sexualidade e intimidade
Problemas de sexualidade podem ocorrer por diversos motivos: estresse do dia a dia, rotina, problemas de saúde, falta de dinheiro, desemprego, consumo de álcool e cigarro, efeitos de medicamentos, doenças ou ainda pela infidelidade de um dos parceiros. A terapia de casal atua tanto na sexualidade do homem quanto na da mulher, ajudando a identificar as causas e a buscar soluções. Quando há suspeita de causa clínica, a orientação é procurar também avaliação médica.
Infidelidade e traição
A infidelidade, seja de quem for, costuma provocar uma das crises mais dolorosas da relação. A terapia oferece um espaço para que os dois compreendam o que aconteceu, expressem a dor e decidam, com mais clareza, se desejam reconstruir a relação.
O impacto da pandemia de covid-19
A pandemia de covid-19 desfez muitos casamentos. O convívio prolongado durante o isolamento social e a quarentena, com semanas ou meses juntos, fez com que muitos casais se separassem ou percebessem que não havia mais o vínculo e a afinidade que os unia. Nesses momentos, o papel do psicólogo de casal é ajudar a acalmar os ânimos e esclarecer os sentimentos que cada um nutre pelo outro.
Como funciona a terapia de casal na Aster
No trabalho psicoterapêutico, o objetivo é melhorar os conflitos e as dificuldades do relacionamento. A abordagem principal da clínica é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que na terapia de casal busca:
- compreender as cognições disfuncionais de ambos os parceiros, ou seja, interpretações e crenças que alimentam os conflitos;
- identificar pontos de desarmonia e problemas externos que afetam a relação, como o desemprego e o estresse;
- reestruturar pensamentos inadequados sobre o parceiro e sobre a relação;
- desenvolver o manejo das emoções, especialmente em momentos de discussão;
- modificar padrões de comunicação disfuncionais;
- construir estratégias mais eficazes para a solução de problemas do dia a dia.
Etapas do processo
- Acolhimento e avaliação: o psicólogo ouve o casal, entende a história da relação e o que motivou a procura. A psicologia da Aster oferece uma pré-consulta gratuita, que é uma avaliação inicial do caso, não o tratamento.
- Definição de objetivos: o casal e o terapeuta combinam o que desejam trabalhar, respeitando o ponto de vista de cada um.
- Sessões de terapia: encontros conjuntos e, quando o profissional considera útil, sessões individuais.
- Revisão: ao longo do processo, os objetivos são revistos de acordo com a evolução.
A terapia não tem como objetivo “salvar” o relacionamento a qualquer custo nem escolher um lado. Em alguns casos, o casal decide continuar junto; em outros, decide se separar de forma mais respeitosa, especialmente quando há filhos. Em ambos os casos, o processo pode reduzir sofrimento.
Temas trabalhados na terapia de casal
Responsabilidade afetiva
A responsabilidade afetiva é o envolvimento de ambas as pessoas em uma relação, seja amorosa, de amizade ou familiar, de forma que as circunstâncias da relação estejam claras para todos. No caso de um casal, significa saber quais limites, responsabilidades, formas de convívio e respeito cabem a cada um. Resumindo, é se responsabilizar pelo impacto das suas atitudes no sentimento da outra pessoa.
Na prática, isso envolve deixar claros os seus objetivos na relação, suas expectativas, o que você espera do outro e o que pode oferecer para contribuir. A ideia é estabelecer uma relação de confiança e respeito, sem ferir o sentimento do outro nem causar dano ou trauma emocional.
Como diminuir os conflitos no relacionamento
Ao perceber que a relação não está bem, ou que o convívio já não é o mesmo, buscar um terapeuta de casal ou psicólogo para terapia de casal e família é recomendado. O objetivo é encontrar a real motivação dos conflitos que surgem em determinado momento da relação, em vez de discutir apenas os sintomas.
Restabelecer o respeito e o carinho
Quando se perde o respeito pelo parceiro, problemas maiores tendem a surgir. O resgate do respeito é fundamental para fortalecer os laços de intimidade e evitar que comportamentos abusivos se tornem rotina, levando a desfechos dolorosos como a dissolução da família. Uma parte importante desse trabalho é fortalecer os comportamentos positivos da relação: reconhecer e proteger aquilo que funciona bem entre os dois.
Perdoar e superar a infidelidade
Perdoar não é tarefa fácil, e em uma relação amorosa não é diferente. Quando há afeto e interesse de ambos em restabelecer a relação e o convívio pacífico, é necessário enfrentar a dor. O perdão, quando possível e desejado, abre espaço para a reconciliação e para uma convivência harmoniosa. O psicólogo ajuda o casal a atravessar esse processo sem pressa e sem imposições.
Superar mágoas e rancores do passado
Libertar-se de mágoas e rancores é essencial para que o casal consiga seguir adiante. Na terapia, situações antigas que continuam aparecendo nas discussões podem ser nomeadas, compreendidas e elaboradas.
Resgatar laços, afeto e empatia
Entender como deve ser uma relação a dois e o que cada um espera para a própria vida é importante, porque construir um futuro ao lado de outra pessoa exige aprimoramento constante de ambos. Quando o casal e os filhos entendem que superar juntos as dificuldades fortalece os laços familiares, o afeto que um nutre pelo outro tende a se fortalecer, e a família ganha recursos para enfrentar momentos de adversidade.
Violência doméstica e violência psicológica: quando a prioridade é a segurança
A violência doméstica é uma realidade antiga no Brasil e no mundo. Durante a pandemia de covid-19, os casos se acentuaram com o convívio próximo e o maior tempo de permanência em casa. Houve aumento de agressões físicas e verbais, sobretudo de homens contra suas companheiras, o que gerou mobilização em diversos países para criar formas discretas de pedido de socorro. No Brasil, por exemplo, ganhou força a campanha em que a vítima desenha um “X” na palma da mão, com batom ou caneta, e o mostra a atendentes de estabelecimentos, que acionam a polícia.
A violência psicológica, diferente da agressão física, nem sempre deixa marcas visíveis, mas é muito grave. A Lei Maria da Penha reconhece como violência psicológica contra a mulher condutas como humilhação, constrangimento, xingamentos, ofensas verbais, ridicularização e menosprezo, e a legislação brasileira prevê pena de prisão de seis meses a dois anos para esse crime.
Sinais de que algo não vai bem
A violência psicológica e física pode começar de forma quase invisível e criar, aos poucos:
- medo do parceiro ou da reação dele;
- estresse, pânico e insônia;
- insegurança e baixa autoestima;
- sintomas de depressão e ansiedade.
Muitas vezes a pessoa não percebe o que está acontecendo por amar o parceiro, por causa dos filhos ou por dependência financeira. Mas a situação tende a se agravar à medida que os ataques emocionais ou físicos se repetem. Quando se percebe que algo está errado, muitas situações críticas já aconteceram, podendo levar a separação, ameaças e traumas psicológicos importantes. Saiba mais sobre abuso emocional.
Como agir em situação de agressão
- Em perigo imediato: ligue 190 (Polícia Militar). Em emergência de saúde, SAMU 192 ou o pronto-socorro mais próximo.
- Orientação e denúncia: Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher, gratuita.
- Peça ajuda a alguém de confiança: um amigo ou familiar próximo pode apoiar você a procurar as autoridades.
- Medida protetiva: quando há risco à vida, envolvendo um marido, noivo ou namorado violento, é possível recorrer às autoridades de segurança pública e solicitar uma medida protetiva prevista na Lei Maria da Penha, para manter o agressor afastado.
- Sofrimento emocional intenso: se surgirem pensamentos de desistir da vida, ligue para o CVV no 188 (24h, gratuito).
Depois de garantir a segurança, é hora de buscar ajuda profissional, seja de um psicólogo, de um psiquiatra, e contar com o apoio de amigos e familiares para retomar a rotina, cuidar das marcas emocionais e seguir em frente. Importante: em situações de violência, o atendimento conjunto do casal pode não ser indicado. O profissional avalia cada caso, e muitas vezes o acompanhamento individual de quem sofreu a violência é o caminho mais seguro.
Como sair de um relacionamento abusivo
Às vezes a pessoa já faz parte de uma dinâmica de abuso no casamento, no namoro ou no noivado e não consegue ver saída, seja por agressão física, seja por agressão verbal. Quando ela percebe sinais de crise, sente que algo está errado, mas não consegue identificar o quê nem se afastar, é hora de procurar um psicólogo. A terapia ajuda a entender as razões que mantêm a pessoa na relação e a planejar, com segurança, como se libertar de um parceiro abusivo.
Terapia de casal ou terapia individual?
As duas modalidades podem ajudar, e às vezes acontecem em paralelo. Na terapia de casal, o foco é a relação: a forma como os dois se comunicam, resolvem problemas e lidam com as emoções um do outro. Na terapia individual, o foco é a pessoa: sua história, seus pensamentos, suas inseguranças e suas escolhas.
- A terapia de casal costuma ser indicada quando os dois querem trabalhar a relação e estão dispostos a participar das sessões.
- A terapia individual costuma ser indicada quando apenas um dos parceiros deseja ajuda no momento, quando há sofrimento pessoal intenso (como sintomas de ansiedade ou depressão) ou quando há violência na relação.
- As duas juntas podem ser úteis quando questões pessoais de um dos parceiros interferem muito na convivência. Nesse caso, o ideal é que cada processo seja conduzido por profissionais diferentes.
Se você não sabe por onde começar, a ferramenta Qual especialista procurar? ajuda a organizar as dúvidas antes do primeiro contato.
Como os conflitos e o divórcio podem afetar os filhos
Os filhos percebem o clima da casa, mesmo quando os pais tentam esconder as brigas. Discussões frequentes, silêncio prolongado ou disputas em que a criança é colocada no meio podem gerar insegurança, tristeza, irritação, queda no rendimento escolar ou mudanças no sono e no apetite. Isso não significa que todo conflito traga prejuízo: o que costuma pesar mais é a forma como ele é conduzido.
Quando o casal decide se separar, a terapia pode ajudar os pais a:
- conversar com os filhos de forma adequada à idade de cada um;
- evitar envolver as crianças nas disputas do casal;
- combinar regras e rotinas parecidas nas duas casas;
- manter o respeito na comunicação, já que continuarão sendo pais.
Se a criança ou o adolescente apresentar mudanças importantes de comportamento, vale buscar também a terapia infantil.
O que esperar das sessões
Muitos casais chegam à primeira sessão com receio de serem julgados ou de que o psicólogo “tome partido”. O papel do terapeuta é o oposto: oferecer um ambiente seguro e sigiloso, em que cada um possa falar e ser ouvido, com regras claras de respeito durante a conversa.
- Sigilo: o que é dito nas sessões é protegido pelo código de ética profissional, salvo nas exceções previstas, como risco à vida.
- Neutralidade: o psicólogo não decide quem está certo; ele ajuda os dois a entenderem o próprio papel nos conflitos.
- Tarefas entre sessões: na TCC, é comum combinar pequenas práticas para o dia a dia, como reservar um momento para conversar sem distrações ou registrar situações que desencadearam brigas.
- Participação ativa: os resultados dependem do envolvimento de ambos, e não há garantia de um desfecho específico.
Atitudes que podem ajudar desde já
Enquanto a terapia não começa, algumas atitudes simples costumam reduzir o desgaste nas discussões:
- falar sobre o que você sente (“eu me senti sozinho”) em vez de acusar (“você nunca liga para mim”);
- combinar uma pausa quando a discussão esquentar e retomar o assunto depois, com mais calma;
- ouvir até o fim antes de responder, tentando resumir o que o outro disse;
- tratar um assunto por vez, sem trazer à tona todas as mágoas antigas;
- reconhecer, no dia a dia, as atitudes positivas do parceiro.
Essas sugestões não substituem o acompanhamento profissional, mas podem facilitar o caminho até ele.
Quando procurar terapia de casal
- As discussões se repetem sem que nada se resolva.
- Um dos dois ou ambos se sentem sozinhos dentro da relação.
- Houve traição ou quebra de confiança.
- A intimidade e a vida sexual mudaram e isso incomoda.
- Há dúvidas sobre continuar ou não o relacionamento.
- Os conflitos estão afetando os filhos ou a família.
- O trabalho, as finanças ou a família ampliada estão interferindo no relacionamento.
Não é preciso esperar uma crise grave. Procurar ajuda cedo costuma facilitar o trabalho.
Terapia de casal em Guarulhos e online
Na Aster Psicologia e Psiquiatria, os profissionais utilizam técnicas atuais da psicologia para a terapia de casal. A clínica fica na Av. Mariana Ubaldina do Espírito Santo, 623, Cj. 33, no Jardim Bom Clima, em frente ao Hospital e Maternidade Bom Clima, e atende casais de Guarulhos e de cidades como Arujá, Itaquaquecetuba, Poá, Suzano, Mogi das Cruzes e Mairiporã. Para casais com rotina corrida ou que moram em cidades diferentes, existe a opção de terapia online.
Como funciona a terapia de casal online
Na modalidade online, as sessões acontecem por videochamada, com os mesmos cuidados éticos e de sigilo do consultório. Algumas orientações ajudam a aproveitar melhor o encontro:
- escolham um ambiente reservado, onde não haja interrupções e os filhos não possam ouvir a conversa;
- prefiram um local silencioso e, se estiverem juntos, fiquem lado a lado no mesmo dispositivo, para que o psicólogo consiga ver e ouvir os dois;
- verifiquem a conexão de internet alguns minutos antes do horário;
- se morarem em cidades diferentes, é possível combinar com o profissional a participação de cada um a partir de onde estiver.
A escolha entre presencial e online pode mudar ao longo do processo, de acordo com a rotina do casal.
Os atendimentos são particulares, com nota fiscal para reembolso do plano de saúde. Também há o programa de psicólogo com valor social e cupom de desconto. Quando um dos parceiros precisa de avaliação médica, a clínica conta com psiquiatria em Guarulhos e também na zona sul de São Paulo, na Vila Mariana, ao lado do metrô Santa Cruz.
Dúvidas comuns que levam casais à terapia
Estas são perguntas que muitas pessoas trazem ao consultório e que podem ser trabalhadas na terapia de casal ou na terapia individual:
- O que posso fazer para melhorar o meu relacionamento amoroso?
- Como evitar conflitos no meu casamento?
- Minha esposa pediu o divórcio. O que fazer agora?
- Estou com problemas no meu namoro.
- Como agradar a minha noiva?
- Posso melhorar o relacionamento com a família da minha esposa?
- Meu esposo não me procura mais. O que devo fazer?
- Meu trabalho está afetando o meu casamento.
- Meu marido me traiu. O que devo fazer?
- Como o divórcio pode afetar os meus filhos?
- Traí o meu namorado. E agora?
- Meu marido não me procura mais. Será que estou sendo traída?
- Por que meu namorado não tem mais desejo sexual por mim?
- Como restaurar o meu casamento?
Escrito por: T. M. Maia, psicóloga clínica e infantil.
Perguntas frequentes
O que é terapia de casal?
Terapia de casal é um processo de psicoterapia em que um psicólogo atende os dois parceiros para entender a origem dos conflitos e construir novas formas de convivência. Ela trabalha comunicação, emoções, expectativas e solução de problemas. Não serve para apontar culpados, e sim para ajudar o casal a enxergar a relação com mais clareza e decidir os próximos passos.
Quando procurar terapia de casal?
Vale procurar terapia de casal quando as brigas se repetem sem solução, há falta de diálogo, traição, mudanças na intimidade, dúvidas sobre continuar a relação ou conflitos que afetam os filhos. Não é preciso esperar uma crise grave. Buscar ajuda mais cedo costuma facilitar o trabalho e reduzir o desgaste emocional dos dois.
Namorados e noivos podem fazer terapia de casal?
Sim, namorados e noivos podem fazer terapia de casal. Casal não significa necessariamente morar junto. Pessoas que namoram ou estão noivas podem enfrentar dificuldades semelhantes às de quem convive há anos, como dúvidas, ciúme, falta de diálogo ou expectativas diferentes. A terapia ajuda a alinhar o relacionamento antes que os problemas se acumulem.
Terapia de casal funciona depois de uma traição?
A terapia de casal pode ajudar depois de uma traição, mas o resultado depende do desejo de ambos e não é garantido. O processo oferece espaço para expressar a dor, entender o que aconteceu e avaliar se há condições de reconstruir a confiança. Alguns casais decidem continuar; outros se separam de forma mais respeitosa, especialmente quando há filhos.
Quanto tempo dura a terapia de casal?
A duração da terapia de casal varia de caso para caso. Ela depende dos temas envolvidos, do tempo em que os conflitos existem, do engajamento dos dois e da frequência das sessões. Por isso, não há um prazo fixo. O psicólogo define objetivos com o casal e revisa o andamento ao longo do processo.
A terapia de casal é indicada quando há violência?
Em situações de violência, a prioridade é a segurança, e o atendimento conjunto pode não ser indicado. Em perigo, ligue 190; para orientação e denúncia, Ligue 180; em emergência de saúde, SAMU 192. É possível pedir medida protetiva pela Lei Maria da Penha. Depois, o acompanhamento psicológico individual ajuda a cuidar das marcas emocionais.
Tem terapia de casal online?
Sim, a Aster oferece terapia de casal online, além do atendimento presencial no Jardim Bom Clima, em Guarulhos. O formato online é útil para casais com rotina corrida, que moram em cidades diferentes ou preferem ser atendidos de casa. As sessões seguem os mesmos cuidados éticos e de sigilo do atendimento presencial.
Precisamos ir juntos à primeira sessão?
Em geral, a primeira sessão de terapia de casal é feita com os dois parceiros, para que o psicólogo conheça a história da relação e o ponto de vista de cada um. Ao longo do processo, o profissional pode propor sessões individuais quando considerar útil. Se apenas um dos dois deseja ajuda no momento, a terapia individual também é uma opção.
























