A maneira como nós aparentamos é um fator determinante para a impressão de que as pessoas possam ter sobre nós. Visto isso, o autocuidado e a preocupação com a nossa aparência nos auxiliam a socializar e garantirmos qualidade de vida.
Porém existem pessoas que apresentam o comportamento de arrancar cabelo ou pelos, afetando, a longo prazo, sua aparência e seu convívio social, pela vergonha do julgamento dos outros por sua aparência. Esse comportamento de arrancar cabelo é um indício de tricotilomania.
A tricotilomania é um transtorno onde um indivíduo costuma arrancar o próprio cabelo de forma regular. Esse comportamento pode se apresentar com a sobrancelha, cílios ou outros pelos do corpo.
Ao realizar esse ato, a pessoa danifica o couro cabeludo e pode, consequentemente, causar lesões e falhas na região capilar. A mania de arrancar cabelo pode variar em frequência e intensidade do ato e a pessoa pode realizar esse ato sem perceber que está realizando-o.
Esse transtorno pode também estar relacionado com onicofagia (roer unhas), morder os lábios ou com o transtorno de escoriação (skin picking). Costuma estar associado a questões psicológicas como ansiedade, depressão e com o transtorno obsessivo compulsivo (TOC).
Portanto, como esse transtorno pode acarretar prejuízos físicos e sociais, é importante buscar profissionais de Psicologia e Psiquiatria para avaliação e tratamento, contribuindo assim para a melhora na qualidade de vida.
Quando procurar ajuda profissional
Busque ajuda quando o hábito de arrancar cabelo ou pelos é frequente, difícil de controlar, causa falhas visíveis, vergonha ou afasta você do convívio social. Quadros de ansiedade ou depressão associados também merecem atenção. Veja a página sobre TOC e sobre o tratamento da ansiedade.
A Aster Psicologia e Psiquiatria atende presencialmente em Guarulhos, no Jardim Bom Clima, e online. Se desejar, comece pela pré-consulta gratuita, uma avaliação inicial do caso (não é o tratamento).
Perguntas frequentes
O que é tricotilomania?
Tricotilomania é um transtorno em que a pessoa arranca o próprio cabelo ou pelos de forma regular, como sobrancelhas e cílios. O comportamento pode variar em frequência e intensidade e, às vezes, ocorre sem que a pessoa perceba. Pode causar falhas na região e sofrimento por vergonha. Só um profissional pode avaliar o caso.
Quais as causas da tricotilomania?
Não há uma causa única. O texto associa o quadro a questões psicológicas como ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), e ele também pode aparecer junto de outros comportamentos repetitivos, como roer unhas ou skin picking. A avaliação com psicólogo ou psiquiatra ajuda a entender o que mantém o comportamento em cada pessoa.
Tricotilomania tem tratamento?
Sim, há acompanhamento com psicólogo e psiquiatra. A psicoterapia ajuda a identificar gatilhos, entender emoções ligadas ao comportamento e criar estratégias para lidar com o impulso. O psiquiatra avalia a necessidade de acompanhamento médico, sobretudo se houver ansiedade ou depressão associadas. A evolução varia de pessoa para pessoa, e não há garantia de resultado.
Arrancar cabelo é sempre tricotilomania?
Não necessariamente. Arrancar cabelo de vez em quando, em momentos de nervosismo, nem sempre indica um transtorno. O que chama atenção é a repetição, a dificuldade de parar e os prejuízos físicos, sociais ou emocionais. Não é possível diagnosticar por texto; procure um psicólogo ou psiquiatra para avaliar.
Psicólogo ou psiquiatra para tricotilomania?
Os dois podem ajudar. O psicólogo conduz a psicoterapia, trabalhando gatilhos, emoções e hábitos. O psiquiatra avalia aspectos médicos e transtornos associados, como ansiedade, depressão ou TOC. Muitas vezes o cuidado é conjunto. Na Aster, o atendimento é presencial em Guarulhos e online, e a equipe orienta o melhor caminho.



